quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Pacientes portadores de esquizofrenia receberam tratamento usando próprias células


Especialistas da Pensilvânia descobriram que as células epidérmicas podem se tornar poderosas ferramentas para tratar da esquizofrenia. Por meio das células de um paciente foi possível convertê-las para um estado de reação. 

Os cientistas coletaram amostras de células epidérmicas de pacientes esquizofrênicos e fizeram as células-tronco pluripotentes induzidas (iPSCs) "regredir" para um estado mais versátil. 

As células passaram a ser cultivadas quimicamente para se transformarem em células cerebrais. E foram estudadas para análise de esquizofrenia de cada paciente. 

Nos exames, os neurônios de pacientes esquizofrênicos cultivados em laboratório criam menos conexões entre si em comparação a células cerebrais de indivíduos saudáveis. Foram submetidos a tratamento com medicamentos antipsicóticos. O único que gerou efeito foi o Loxapine, embora seu uso tenha acarretado um efeito cascata inesperado sobre centenas de genes. 

Agora os pesquisadores pretendem usar a técnica para aprimorar os estudos para a esquizofrenia, um mal que caracteriza delírios paranoicos e alucinações com vozes. Estima-se que cerca de 1% da população mundial seja afetada pela doença em maior ou menor grau.

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