Especialistas da Pensilvânia descobriram que as células epidérmicas podem se tornar poderosas ferramentas para tratar da esquizofrenia. Por meio das células de um paciente foi possível convertê-las para um estado de reação.
Os cientistas coletaram amostras de células epidérmicas de pacientes esquizofrênicos e fizeram as células-tronco pluripotentes induzidas (iPSCs) "regredir" para um estado mais versátil.
As células passaram a ser cultivadas quimicamente para se transformarem em células cerebrais. E foram estudadas para análise de esquizofrenia de cada paciente.
Nos exames, os neurônios de pacientes esquizofrênicos cultivados em laboratório criam menos conexões entre si em comparação a células cerebrais de indivíduos saudáveis. Foram submetidos a tratamento com medicamentos antipsicóticos. O único que gerou efeito foi o Loxapine, embora seu uso tenha acarretado um efeito cascata inesperado sobre centenas de genes.
Agora os pesquisadores pretendem usar a técnica para aprimorar os estudos para a esquizofrenia, um mal que caracteriza delírios paranoicos e alucinações com vozes. Estima-se que cerca de 1% da população mundial seja afetada pela doença em maior ou menor grau.
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